Fala galera!
To postando aqui um video excelente que alguns amigos meus fizeram em Israel que tem tudo a ver com a peula de ontem!
É de um trabalho final de um curso que fizeram sobre Sociedade Israelense - Estado e Religião.
Tem 10 minutos, é legendado e vale muito a pena conferir! Quero ler comentários depois!
Beijos,
Paulinho
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
História do Sionismo
Pessoal, eu compilei um textinho sobre a historia do sionismo resumida, de coisas que peguei da internet e outras que eu mesmo escrevi. Quis ser breve, mas acho muito importante que voces tenham uma noção sobre a História de Israel. Boa leitura!
“Se quiseres, não será um sonho” Theodor Herzl
“Se quiseres, não será um sonho” Theodor Herzl
O sionismo é o movimento nacional que defende o direito de autodeterminação dos judeus a seu lar nacional - a Terra de Israel - e a soberania judaica neste país.
O anseio por Sion e a imigração judaica jamais cessaram durante o longo período do exílio, que se iniciou com a conquista romana e a destruição do Templo em 70 E.C. Este anseio tomou uma nova forma no século XIX, quando o nacionalismo moderno, o liberalismo e a emancipação forçaram os judeus a enfrentar novas questões, às quais o movimento sionista tentou dar uma resposta. O movimento sionista, liderado por Teodoro Herzl, consolidou o sionismo em movimento político, com a convocação do Primeiro Congresso Sionista em 1897. Herzl foi o primeiro a despertar a atenção da opinião pública mundial.
O movimento sionista enunciou seus objetivos - um lar nacional para o povo judeu na Terra de Israel. O sionismo incluiu diversas tendências, desde o sionismo religioso ao sionismo socialista. Todas elas cooperaram para alcançar a meta do Lar Nacional Judaico, um empreendimento que culminou com o estabelecimento do Estado de Israel em 1948, em declaração feita pelo primeiro Primeiro Ministro, David Bem Gurion.
A palavra sionismo é derivada do termo bíblico "Sion", usado geralmente como um sinônimo de "Jerusalém" e da Terra de Israel (Eretz Israel). O sionismo é uma ideologia que expressa a profunda aspiração dos judeus de todo o mundo por sua pátria histórica - Sion, a Terra de Israel.
O conceito fundamental da ideologia sionista se expressa na Declaração de Independência de Israel (14 de maio de 1948) que declara, entre outros que:
"A Terra de Israel é a terra natal do povo judeu. Aqui se formou sua identidade espiritual, religiosa e política. Foi aqui que, pela primeira vez, os judeus se constituíram em um estado, criaram valores culturais de significação nacional e universal e deram ao mundo o eterno Livro dos Livros.
Depois de forçado a exilar-se de sua terra, o povo judeu lhe permaneceu fiel em todos os países de sua dispersão, nunca deixando de orar e ter esperança de a ela regressar e restabelecer sua liberdade política.”
Fiquem a vontade pra fazerem comentários. O meu eu vou fazer aqui mesmo!
Uma grande discussão sobre a paz no Oriente Médio envolve o conceito de Sionismo. Muitos nao reconhecem o Estado Judeu e dizem ser um Estado opressor, o que eu discordo. Acho que os Judeus tem todo direito a ter uma terra própria, e que a formação do Estado é democrática. Mas também acho primordial que os Palestinos tenham a terra deles, afinal, o princípio de autodeterminação dos povos, de que todo povo tem direito a ter uma terra e de se autogovernar, deve valer igualmente para todos!
Paulinho
O anseio por Sion e a imigração judaica jamais cessaram durante o longo período do exílio, que se iniciou com a conquista romana e a destruição do Templo em 70 E.C. Este anseio tomou uma nova forma no século XIX, quando o nacionalismo moderno, o liberalismo e a emancipação forçaram os judeus a enfrentar novas questões, às quais o movimento sionista tentou dar uma resposta. O movimento sionista, liderado por Teodoro Herzl, consolidou o sionismo em movimento político, com a convocação do Primeiro Congresso Sionista em 1897. Herzl foi o primeiro a despertar a atenção da opinião pública mundial.
O movimento sionista enunciou seus objetivos - um lar nacional para o povo judeu na Terra de Israel. O sionismo incluiu diversas tendências, desde o sionismo religioso ao sionismo socialista. Todas elas cooperaram para alcançar a meta do Lar Nacional Judaico, um empreendimento que culminou com o estabelecimento do Estado de Israel em 1948, em declaração feita pelo primeiro Primeiro Ministro, David Bem Gurion.
A palavra sionismo é derivada do termo bíblico "Sion", usado geralmente como um sinônimo de "Jerusalém" e da Terra de Israel (Eretz Israel). O sionismo é uma ideologia que expressa a profunda aspiração dos judeus de todo o mundo por sua pátria histórica - Sion, a Terra de Israel.
O conceito fundamental da ideologia sionista se expressa na Declaração de Independência de Israel (14 de maio de 1948) que declara, entre outros que:
"A Terra de Israel é a terra natal do povo judeu. Aqui se formou sua identidade espiritual, religiosa e política. Foi aqui que, pela primeira vez, os judeus se constituíram em um estado, criaram valores culturais de significação nacional e universal e deram ao mundo o eterno Livro dos Livros.
Depois de forçado a exilar-se de sua terra, o povo judeu lhe permaneceu fiel em todos os países de sua dispersão, nunca deixando de orar e ter esperança de a ela regressar e restabelecer sua liberdade política.”
Fiquem a vontade pra fazerem comentários. O meu eu vou fazer aqui mesmo!
Uma grande discussão sobre a paz no Oriente Médio envolve o conceito de Sionismo. Muitos nao reconhecem o Estado Judeu e dizem ser um Estado opressor, o que eu discordo. Acho que os Judeus tem todo direito a ter uma terra própria, e que a formação do Estado é democrática. Mas também acho primordial que os Palestinos tenham a terra deles, afinal, o princípio de autodeterminação dos povos, de que todo povo tem direito a ter uma terra e de se autogovernar, deve valer igualmente para todos!
Paulinho
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Kotel = Muro das Lamentações
Ontem a Carla falou que tem gente que nao sabe que o Kotel é o Muro das Lamentações. Não é nenhuma vergonha não saber disso agora, mas será vergonha não saber disso lá! Portanto, mando um resuminho da história do Kotel pra quem se interessar!
De todos os diversos lugares sagrados da capital de Israel, o Muro das Lamentações é um dos mais significativos. Sua história começa em 957 a.E.C., com o Templo de Jerusalém. Erguido pelo rei Salomão, teria abrigado a Arca da Aliança e as tábuas com os Dez Mandamentos. O templo simbolizava o elo com Deus, segundo alguns historiadores. Em 586 a.E.C., o prédio foi derrubado pelos babilônios. Após cinco décadas, os judeus o reergueram. A obra ficou intacta até Roma dominar a cidade, em 40 a.E.C., e Herodes assumir o controle sobre a região. A mando do rei da Judéia, começou então uma grande ampliação, que demorou 46 anos. Mas o esplendor durou pouco. No ano 70, uma revolta contra os romanos levou a nova destruição do templo. Os judeus iniciaram uma grande diáspora (exílio) e, no século VII d.E.C, construções islâmicas surgiram no local, como o Domo da Rocha. Da grandiosa obra de Herodes só restou uma pequena parte da parede que a rodeava: o atual Muro das Lamentações.
Mas até 1967, Jerusalém era dividida entre a parte ocidental (onde estavam os Judeus depois da independência de 1948) e a parte oriental (onde estavam os Árabes) e os Judeus não tinham acesso ao Muro das Lamentações, ele sequer era da forma como conhecemos hoje em dia. Neste ano ocorreu a Guerra dos Seis Dias, no qual Israel conquistou Jerusalém oriental e os Judeus tiveram acesso, depois de muito tempo a esse pequeno pedaço do antigo templo, houve então um período de escavações para que pudesse ser visto toda a parte que restou do Muro e até hoje ele é um dos símbolos mais fortes do povo Judeu e de Israel.
Beijos,
Paulinho
De todos os diversos lugares sagrados da capital de Israel, o Muro das Lamentações é um dos mais significativos. Sua história começa em 957 a.E.C., com o Templo de Jerusalém. Erguido pelo rei Salomão, teria abrigado a Arca da Aliança e as tábuas com os Dez Mandamentos. O templo simbolizava o elo com Deus, segundo alguns historiadores. Em 586 a.E.C., o prédio foi derrubado pelos babilônios. Após cinco décadas, os judeus o reergueram. A obra ficou intacta até Roma dominar a cidade, em 40 a.E.C., e Herodes assumir o controle sobre a região. A mando do rei da Judéia, começou então uma grande ampliação, que demorou 46 anos. Mas o esplendor durou pouco. No ano 70, uma revolta contra os romanos levou a nova destruição do templo. Os judeus iniciaram uma grande diáspora (exílio) e, no século VII d.E.C, construções islâmicas surgiram no local, como o Domo da Rocha. Da grandiosa obra de Herodes só restou uma pequena parte da parede que a rodeava: o atual Muro das Lamentações.
Mas até 1967, Jerusalém era dividida entre a parte ocidental (onde estavam os Judeus depois da independência de 1948) e a parte oriental (onde estavam os Árabes) e os Judeus não tinham acesso ao Muro das Lamentações, ele sequer era da forma como conhecemos hoje em dia. Neste ano ocorreu a Guerra dos Seis Dias, no qual Israel conquistou Jerusalém oriental e os Judeus tiveram acesso, depois de muito tempo a esse pequeno pedaço do antigo templo, houve então um período de escavações para que pudesse ser visto toda a parte que restou do Muro e até hoje ele é um dos símbolos mais fortes do povo Judeu e de Israel.
Beijos,
Paulinho
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Bem vindos!
Seja bem vindo ao Taglit Hillel Rio!
Tzevet (Equipe):
Carla Catran (coordenação)
Karla Bohac (madricha)
Paulo Koatz Miragaya (madrich)
Tzevet (Equipe):
Carla Catran (coordenação)
Karla Bohac (madricha)
Paulo Koatz Miragaya (madrich)
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